quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

2012

Segundo o calendário Maia é o fim dos tempos, o fim do mundo ou da nossa existência.

Embora seja hipotético e bastante suavizado pela visão romântica do filme ‘2012’, alguém já fez alguma leitura realista disto?

 Antes de qualquer coisa, o que é fim para você? Tirando o romantismo e a religiosidade do caminho...

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Homenagem de uma aluna: Amizade, simples e somente

Homenagem de uma aluna:

"E o ano já está acabando
e a saudade chegando
e eu não sabia o que fazer pra homenagear
uma pessoa tão especial como você é, foi e sempre será

Às vezes o tempo pode separar
Mas amizades de verdade sempre ficarão
esse ano foi o inicio de uma amizade, e a sua eu vou sempre guardar
em um lugar especial
no coração

Há pessoas que conquistam pela suavidade de suas palavras
outras conquistam pela veracidade de sua amizade
você conquistou pela simplicidade, pela simplicidade de ver as coisas que as vezes são tão complicadas

Com você aprendi a nunca desistir
nunca vou esquecer as risadas
você me ensinou a acima de tudo sorrir
sorrir quando tudo parecer ter um fim, por que na verdade
não existem fins, todo fim é um recomeço

Toda sua simplicidade
tento expressar na veracidade desses versos
a amizade que deixa aos corações imersos
só queria te agradecer
por voce ser essa pessoa tão especial,com quem pude aprender
na verdade se aprende com todos a nossa volta, mas poucos se tornam especiais
e você se tornou um dos essenciais em minha vida

e para toda a sala, tenho certeza
por ser uma pessoa inesquecível
e mostrar a todos, que o impossível... É possível!"

By Geórgia Ogando

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O tempo passa e eu também!

As circunstâncias se reformulam, se emprestam, retornam, se vão...

Mas no meu peito sempre ficam guardados, gravados em cada parte do meu corpo...

Os sorrisos, o carinho e as experiências...

Hora vou com eles, hora me despeço.

Mas passo, passo a passo, com o tempo.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A Morte Romântica

Morro para que outro eu entre em cena, dando nova cor e ânimo para uma vida que já estava cansada.

Embora existam impulsos da vida passada, este novo corpo, esta nova alma luta e caminha em nova direção... Caminha para uma nova vida, rumo a uma luz radiante que vem de forma estimulante.

Embora seja extremamente cansativo, dá novo significado existencial.

O ontem já passou...

O amanhã, não chegou...

Temos apenas o hoje e o agora!

Então vamos morrer para renascer constante e incondicionalmente em busca da plenitude, do idealismo, do Romantismo.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Inércia...

É ela...

É ela quem me continua, não eu...
É ela, a antagonista da trama da minha vida...
É ela quem conspira, não inspira...

É ela o impulso de mais um respiro...
É ela o sopro de vida que me resta...

É ela que no tic-tac me desperta e adormece...

É ela... É ela... É ela...

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Algo, o que, ...

Algo que muda,
Algo que vem,
Algo que vai,
Algo que volta,

O que era já não é mais.
O que volta, revolta,
O que vai, não me atrai,
O que vem, já não tem.

Dói...
Corrói...
Destrói...

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Quero Mais!

Sofrendo de algo que não sei o que é, nem de onde vem.

Uma angustia no coração como se algo estivesse para acontecer.

Como se não importasse o quanto tentasse ou lutasse, nada seria capaz de combater.

Sentimento de solidão sem propósito ou motivação.

Coisas assim certamente têm explicação sobrenatural, mas quero o racional, aqui e agora!

Não quero me debruçar em respostas conformistas, mas tangíveis!

Não quero mais o pulsar inseguro de meu sangue correndo em minhas veias como um relógio que caminha segundo a segundo, pulso a pulso para o desconhecido.

Não quero mais não ter o controle do amanhã e do que sinto.

Não quero mais...

Quero mais...

Mais...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Deus Nano

Não queira descobrir como os chips funcionam, pois se trata de um segredo místico. Se tentar achar respostas, será interceptado pelo fato de querer saber mais do que lhe é conveniente.

Os mistérios são muitos e quanto mais respostas, mais questões surgem e mais curiosos ficamos. A questão é: vamos atrás das respostas ou esperamos que elas venham até nós?

Haverá um dia que usaremos chips na testa que nos compreenderá, porém, não os compreenderemos.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Viver o Hoje

Deusa que encanta pelo jeito de menina
Te tirei do altar e trouxe para mim
É o ser que me fascina
A flor que quero em meu jardim

Me fez tirar a máscara
Que usava para me proteger
Numa viagem, numa chácara
Aconteceu de eu renascer

Viver, uma história
Viver, sem culpa
Viver, sem luta

Hoje, não penso em outra coisa
Hoje, quero sem tormento
Hoje, o momento

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Grandes Distâncias

Estou fugindo das grandes distâncias,
Grandes entre sentimentos,
Entre quilômetros,
Viagens... Carinhos... Vaidades...
Quanto mais perto, próximo, quente e aconchegante for, melhor!
Nada de ócio a impregnar minha mente enquanto caminho de um ponto a outro.

Apenas atividade, prazer e suor!
Energias de corações que trabalham, batem, num único objetivo, viver, de verdade.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Conclusões

Parte significativa dos problemas de aprendizagem vem do modelo familiar e como ele lida com o conhecimento, não só intelectual, mas também afetivo representado nas relações deste meio.

A realidade é parte fundamental do processo, pois a aceitação dela, com ciência de sua condição é o que dará impulso para o prazer de estar vivo, alimentar-se de conhecimento, não só na sala de aula, mas em todos os caminhos que precisamos ‘aprender’ enquanto vivemos.

domingo, 17 de abril de 2011

Arte 2.0

“Arte 2.0” - Classificação Artística como Auto-Afirmação.


Os períodos devem ser definidos quando houver um distanciamento claro, com começo e fim muito bem definidos na linha do tempo.

É uma irresponsabilidade nomear ou classificar um período durante sua vigência. Levando em consideração os nomes “Moderna” e “Contemporânea”, como serão chamadas daqui a 100 ou 200 anos, quando não mais pertencerem ou significarem temporalmente e afetivamente a sociedade?

Os períodos significam e traduzem movimentos de um determinado tempo, seus títulos devem ser a síntese deste tempo e isso só pode ser feito quando concluídos, completos. A classificação deve ser dada quando deixar de ser gerúndio (ando, endo, indo) e passar a particípio (ado, ido).

A classificação de “Moderna” soa como uma forma pejorativa de auto-afirmação. Embora o movimento seja de extrema importância como identidade artística e valorização da arte em resgate e grito de reconhecimento, o título é repleto de hiper-valorização que subestima seu real significado artístico.

Isto é o reflexo deturpador da realidade ou da arte como a conhecemos. Ser moderna ou contemporânea é taxar como o último modelo de arte, é desconsiderar o que há de vir, talvez por isso o conceito tem sido mais importante que a execução.

Precisamos fomentar e valorizar artistas ativos, não historiadores e críticos de arte, sem julgá-los e/ou classificá-los. A arte é espontânea em sua essência, racionalizá-la demais, torna-a cheia de métricas e valores muito objetivos, exatos, o que a distancia de seu real impulso, a subjetividade e abstração.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ok, Amém...‏

Que terrível ser dependente!
Que péssimo se vender!
Que triste ser chantageado!

Que realidade horrível enfrentar o supracitado diariamente e não ter motivação nenhuma para contradizer...
Ok... Passemos por cima do orgulho (que já não temos) e digamos amém...

Ok, cartão pago... Amém...
Ok, mais um mês de financiamento pago... Amém...
Ok, conta de telefone paga.... Amém...

O dinheiro virou religião!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Andamos todos iguais...

Será que "as pessoas estão ficando iguais"?

O fruto da ditadura e dos enlatados americanos está de fato brotando agora?
Estamos cada vez mais iguais, com os mesmos objetivos, sonhos e expectativas...
Será que nossos desejos são nossos mesmo? Nossos por essência? Ou implantado em nossos coraçõezinhos pela telenovela e pelo marketing diário que somos submetidos bem como às refeições e ao ar?

Sim, estamos todos uniformizados de jeans, de camisa polo e afins... Não apenas pelas vestimentas externas!

Ai de quem fugir a regra!

"Andamos todos iguais,
Andamos todos iguais,
De um lado pro outro
Pra frente e pra trás,
Andamos todos iguais..."

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Inversão

Nós O criamos a nossa imagem e semelhança, afim de alimentar nosso faminto e gigantesco ego que não se sacia em sentir-se apenas idêntico a Máxima que idealizamos como Superior.

Ao nos julgarmos racionais e similar a Ele, nos fizemos também, todos poderosos e soberanos, além de mimados por acharmos que podemos realizar o que quisermos, sem consequências, e, quando acontece algo inesperado, choramos e ficamos de mal Dele.

Qual o motivo da necessidade de tanta afirmação? Para nos convencermos a continuar vivos? Relaxem, Ele já acelerou as horas para que o tempo passe mais rápido e aguentemos passar pela vida que está cada vez mais descrente e blasfema.

Mitos são feitos para serem contados, não encenados.

De Barro

Corpo este que de barro é feito
Que tem vontades que não são nossas...
Mas da terra.

Desejo de semear
Diariamente ou periodicamente,
Mesmo que seja ao léo.

Mas ainda sim,
Fisiologicamente estimulado
Pela expectativa inconsciente de germinação,
Sendo subvertido pela razão ou pelo vício.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Caixinhas

Temos e teremos problemas, angústias e frustrações durante toda a vida.
Devemos desenvolver uma receita, uma metodologia de enfrentá-los produtivamente.

Vamos fazer uma analogia ao quebra-cabeça:

Temos milhões de pecinhas para montar de três quebra-cabeças diferentes, todas misturadas. Se tentarmos montar tudo de uma vez, será um desastre, desgaste e um desperdício gigantesco de energia...

A primeira coisa a fazer é ordená-los por tipo: peças dos “Power Rangers” numa caixinha, do “Rei Leão” em outra e da “Barbie” em outra. Uma vez com “cada um no seu quadrado”, delimitamos horários para nos entregarmos totalmente a cada uma das atividades e buscar solucionar uma delas por vez, ordenadamente, com foco.

O mesmo deve ser feito com nossos problemas: pessoais na hora dos pessoais, profissionais no horário delimitado, acadêmicos da mesma forma. Dependendo do ritmo de vida de cada pessoa, o número de caixinhas vai variar, mas ainda sim, necessitam de horários exclusivos.

Claro que é possível desprender atenção para mais de uma atividade simultaneamente, desde que uma delas não seja um problema, ou cause um ao exercitamos desta forma.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Grãos

Descobrir que não está sozinho nesta praia,

Saber que há pelo menos mais um grão de areia que vive as mesmas angústias e questionamentos, ou similares.

Notar que cada grão reage de formas diferentes às mesmas problemáticas.

Ter certeza que a criação impacta no reflexo da luz,

Identificar empatia e cumplicidade com apenas uma troca de olhar.

Sentir como se este grão fizesse parte, encaixasse na lasca que compõe meu grão.

Compreender que encaixa, mas não se funde...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Amor como Alimento

As últimas refeições não me caíram bem e para não ficar bulímico, acabo me alimentado pouco.

Como sobreviver com alimentação regulada em meio a tantos excessos?

Vegetais não sustentam, massas engordam, gorduras fazem mal ao coração...

Por ter estômago frágil pago um preço alto, mesmo sem garantia de qualidade.

Efervescentes aliviam, mas não resolvem.

Ficar sem comer, nem pensar, a inanição mata!

Até quando viverei de dieta?

domingo, 23 de janeiro de 2011

Planeta Gaiola

Fomos feitos a sua imagem e semelhança, por isso que visitamos zoológicos e/ou mantemos animais em gaiolas? É uma repetição inconsciente que nosso "Amo" faz conosco. A criança imita o adulto em suas ações e gostos, será que fazemos o mesmo?

Temos a possibilidade de libertar o pássaro para que voe, Ele tem?

Livre arbítrio, direito de ir e vir: falsa ilusão... A gravidade nos faz andar em círculos, sola com sola, bilateralmente num labirinto que já mapeamos, mas não encontramos a saída. Se destros, rumamos ao sul, se canhotos, ao norte... Mas sempre em direção ao frio e a solidão, mesmo que em busca de Sol.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Elementar...

Está tudo diferente e ninguém notou.
A pressão, o clima, a noção de tempo...
Está alguém para mundo, assim como estou?
Repare, há um eterno contratempo.

São duas forças brigando
Elementos opostos
Ar e terra de opondo,
De água e fogo compostos

Entre eles há um equilíbrio, uma ligação
Vemos, revemos e não criamos relação
De que tem algo mudando, uma transformação
E que estamos inclusos, sem percepção.

A distância dos sinais será a nossa ruína
Resgatar a inocência da raça, quando ainda menina
Será a solução, a única que culmina
Ter elementos como aliados, não nos incrimina

sábado, 8 de janeiro de 2011

Nada poderia ser pior

Beleza efêmera
Não suporta uma tempestade
Rosa de papel crepom com mancha
Nunca foi de verdade

...Não poderia ser nada pior...

Na brincadeira da criança
Desenho de jardim sem flor
Acabada está a esperança
De uma primavera com cor

Paulatinamente

Limite é algo que estabelecemos para nós mesmos, principalmente em relação ao desenvolvimento pessoal e intelectual.

Definir o destino é impor um limite, logo, devemos valorizar e aproveitar o processo, sendo ele lento ou não. Vale ressaltar que a velocidade varia de pessoa para pessoa e precisa ser respeitada.

Com base no supracitado, entendo meu ingresso na vida acadêmica como mais uma etapa de um processo que jamais se findará e que amplia o grau de maturação capaz de estimular outros novos processos que caminham paulatinamente paralelos ao meu.

Em suma, devemos focar por onde ir, não aonde chegar.