Não queira descobrir como os chips funcionam, pois se trata de um segredo místico. Se tentar achar respostas, será interceptado pelo fato de querer saber mais do que lhe é conveniente.
Os mistérios são muitos e quanto mais respostas, mais questões surgem e mais curiosos ficamos. A questão é: vamos atrás das respostas ou esperamos que elas venham até nós?
Haverá um dia que usaremos chips na testa que nos compreenderá, porém, não os compreenderemos.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Viver o Hoje
Deusa que encanta pelo jeito de menina
Te tirei do altar e trouxe para mim
É o ser que me fascina
A flor que quero em meu jardim
Me fez tirar a máscara
Que usava para me proteger
Numa viagem, numa chácara
Aconteceu de eu renascer
Viver, uma história
Viver, sem culpa
Viver, sem luta
Hoje, não penso em outra coisa
Hoje, quero sem tormento
Hoje, o momento
Te tirei do altar e trouxe para mim
É o ser que me fascina
A flor que quero em meu jardim
Me fez tirar a máscara
Que usava para me proteger
Numa viagem, numa chácara
Aconteceu de eu renascer
Viver, uma história
Viver, sem culpa
Viver, sem luta
Hoje, não penso em outra coisa
Hoje, quero sem tormento
Hoje, o momento
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Grandes Distâncias
Estou fugindo das grandes distâncias,
Grandes entre sentimentos,
Entre quilômetros,
Viagens... Carinhos... Vaidades...
Quanto mais perto, próximo, quente e aconchegante for, melhor!
Nada de ócio a impregnar minha mente enquanto caminho de um ponto a outro.
Apenas atividade, prazer e suor!
Energias de corações que trabalham, batem, num único objetivo, viver, de verdade.
Grandes entre sentimentos,
Entre quilômetros,
Viagens... Carinhos... Vaidades...
Quanto mais perto, próximo, quente e aconchegante for, melhor!
Nada de ócio a impregnar minha mente enquanto caminho de um ponto a outro.
Apenas atividade, prazer e suor!
Energias de corações que trabalham, batem, num único objetivo, viver, de verdade.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Conclusões
Parte significativa dos problemas de aprendizagem vem do modelo familiar e como ele lida com o conhecimento, não só intelectual, mas também afetivo representado nas relações deste meio.
A realidade é parte fundamental do processo, pois a aceitação dela, com ciência de sua condição é o que dará impulso para o prazer de estar vivo, alimentar-se de conhecimento, não só na sala de aula, mas em todos os caminhos que precisamos ‘aprender’ enquanto vivemos.
A realidade é parte fundamental do processo, pois a aceitação dela, com ciência de sua condição é o que dará impulso para o prazer de estar vivo, alimentar-se de conhecimento, não só na sala de aula, mas em todos os caminhos que precisamos ‘aprender’ enquanto vivemos.
domingo, 17 de abril de 2011
Arte 2.0
“Arte 2.0” - Classificação Artística como Auto-Afirmação.
Os períodos devem ser definidos quando houver um distanciamento claro, com começo e fim muito bem definidos na linha do tempo.
É uma irresponsabilidade nomear ou classificar um período durante sua vigência. Levando em consideração os nomes “Moderna” e “Contemporânea”, como serão chamadas daqui a 100 ou 200 anos, quando não mais pertencerem ou significarem temporalmente e afetivamente a sociedade?
Os períodos significam e traduzem movimentos de um determinado tempo, seus títulos devem ser a síntese deste tempo e isso só pode ser feito quando concluídos, completos. A classificação deve ser dada quando deixar de ser gerúndio (ando, endo, indo) e passar a particípio (ado, ido).
A classificação de “Moderna” soa como uma forma pejorativa de auto-afirmação. Embora o movimento seja de extrema importância como identidade artística e valorização da arte em resgate e grito de reconhecimento, o título é repleto de hiper-valorização que subestima seu real significado artístico.
Isto é o reflexo deturpador da realidade ou da arte como a conhecemos. Ser moderna ou contemporânea é taxar como o último modelo de arte, é desconsiderar o que há de vir, talvez por isso o conceito tem sido mais importante que a execução.
Precisamos fomentar e valorizar artistas ativos, não historiadores e críticos de arte, sem julgá-los e/ou classificá-los. A arte é espontânea em sua essência, racionalizá-la demais, torna-a cheia de métricas e valores muito objetivos, exatos, o que a distancia de seu real impulso, a subjetividade e abstração.
Os períodos devem ser definidos quando houver um distanciamento claro, com começo e fim muito bem definidos na linha do tempo.
É uma irresponsabilidade nomear ou classificar um período durante sua vigência. Levando em consideração os nomes “Moderna” e “Contemporânea”, como serão chamadas daqui a 100 ou 200 anos, quando não mais pertencerem ou significarem temporalmente e afetivamente a sociedade?
Os períodos significam e traduzem movimentos de um determinado tempo, seus títulos devem ser a síntese deste tempo e isso só pode ser feito quando concluídos, completos. A classificação deve ser dada quando deixar de ser gerúndio (ando, endo, indo) e passar a particípio (ado, ido).
A classificação de “Moderna” soa como uma forma pejorativa de auto-afirmação. Embora o movimento seja de extrema importância como identidade artística e valorização da arte em resgate e grito de reconhecimento, o título é repleto de hiper-valorização que subestima seu real significado artístico.
Isto é o reflexo deturpador da realidade ou da arte como a conhecemos. Ser moderna ou contemporânea é taxar como o último modelo de arte, é desconsiderar o que há de vir, talvez por isso o conceito tem sido mais importante que a execução.
Precisamos fomentar e valorizar artistas ativos, não historiadores e críticos de arte, sem julgá-los e/ou classificá-los. A arte é espontânea em sua essência, racionalizá-la demais, torna-a cheia de métricas e valores muito objetivos, exatos, o que a distancia de seu real impulso, a subjetividade e abstração.
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