sexta-feira, 30 de março de 2012

Mudar... Voar...


Será que mudar é a solução?
Mudar quem somos... Como somos...
É tão difícil mudar, complicado também continuar como está!

Mudar de estado, físico, cidade...
Simplesmente evaporar... Voar...
Terrível estar cheio de coisas que não são nossas... Que não nos pertencem.
Angustiante sermos transparentes... Impotentes... Descrentes...

Desistir? Jamais... O inimigo é mais fraco!

quarta-feira, 28 de março de 2012

A Lua Alada


A Lua é reflexiva...
Ela reflete, reflete, reflete...
Será que pensa?
Às vezes ela descansa, dorme, se apaga.

E se seu ciclo for alterado e tiver dois focos de luz?
E se de repente, ela for forçada a ficar cheia 24 horas por dia?
Como a Terra reagirá aos seus habituais ciclos.
A maré depende destes ciclos para subir e baixar...

Equilíbrio, falta equilíbrio para a Lua que orbita a Terra, mas não está nela.
Será privilegiada ou privada?
Acho que preferiria estar alada.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

O Patinho Feio quer se vingar!


Eis que o patinho feito se descobriu belo e quer se vingar.

Eis que descobriu que tem valor como qualquer outro e que tem direito de ser tão mesquinho e pequeno quanto os demais.

“Patinho” que na verdade é um belo cisne, não queira ser pato, seja orgulhoso de si e 100% cisne.

Não dê atenção ao grasnar dos patos, eles não te atingem mais, a não ser que você queira ou permita.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Escravos de Nós Mesmos


Somos escravos dos nossos atos e ao agir, criamos um fio invisível que nos mantém ligados a tais atos. Eles nos manipulam e controlam, como marionetes.

Os atos, embora perdoados, não são apagados, isto é, os fios invisíveis permanecem amarrados a nós.

Poderíamos dizer que eles estão em nosso inconsciente, porém, são mais físicos que imaginamos. Embora não haja matéria de nossa compreensão ou dimensão capaz de rompê-los, é possível senti-los direcionando nossos caminhos e vida.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Preto e Branco


Precisamos que algo de novo aconteça...

Algo que nos empolgue, nos faça vibrar, lutar, querer... Viver...

O frenesi se tornou monótono, a overdose de informação já não satisfaz, não faz sentido, não embriaga.

Os dias e os anos não se distinguem mais: o hoje está igual ao ontem, que é igual, exatamente igual ao ano passado.

Tudo passa e eu ainda tenho o mesmo nome.

A monotonia domina a existência... Está tudo preto e branco.